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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Energia renovável



  • Energia renovável

  • Energia renovável
    As energias renováveis não poluem o ambiente e são inesgotáveis
    Chamamos de energia renovável todo e qualquer tipo de energia que se origina de alguma fonte natural como a água (energia hidráulica), o Sol (energia solar), o vento (energia eólica), o movimento das ondas (energia maremotriz), a energia geotérmica e a energia da biomassa. Todos esses tipos de energia são renováveis, ou seja, não se esgotam e não liberam poluentes para a atmosfera. Abaixo vamos conhecer um pouco mais sobre os tipos de energia renovável.
    Energia Hidráulica
    A energia hidráulica é produzida a partir da água de rios
    A energia hidráulica é produzida a partir da água de rios
    Muito usada em todo o mundo, e principalmente no Brasil, em razão da quantidade de rios, a energia hidráulica é produzida a partir de usinas hidroelétricas construídas em rios. Quando se constrói uma barragem em um rio, é preciso que se interrompa o curso normal do rio, e que, posteriormente, crie-se um reservatório. Esse reservatório se encherá de água e, à medida que a água vai saindo do reservatório, ela passará por turbinas, fazendo funcionar um gerador elétrico que produzirá energia.
    Toda a energia produzida passa por linhas e centrais de transmissão até chegar às nossas casas, onde será utilizada nos eletroeletrônicos, como geladeira, computador, televisão, lâmpadas, chuveiro, etc.
    As linhas e centrais de transmissão são utilizadas para transmitir energia às nossas casas, empresas, indústrias, etc
    As linhas e centrais de transmissão são utilizadas para transmitir energia às nossas casas, empresas, indústrias, etc
    É muito importante lembrar que mesmo sendo uma energia renovável, e que não polui, devemos economizá-la sempre, usando-a com consciência, evitando deixar aparelhos e lâmpadas ligados sem motivo.
    Energia Solar
    A energia solar é obtida através da luz do Sol
    A energia solar é obtida através da luz do Sol
    Por ser uma energia que tem um custo muito alto em sua implantação, a energia solar é ainda pouco empregada para gerar energia em grande escala. É considerada renovável por ser uma energia obtida pela luz do Sol, que pode ser absorvida através do coletor solar, concentrador solar ou painel solar. Através dessas tecnologias, a luz do Sol é transformada em energia. Muitas pessoas utilizam a energia solar em casa, como uma forma de economizar e aproveitar a energia proveniente do Sol.
    Casa com placas solares para captar a luz do Sol
    Casa com placas solares para captar a luz do Sol
    Energia Eólica
    Imagem mostrando um aerogerador, responsável por captar a energia do vento
    Imagem mostrando um aerogerador, responsável por captar a energia do vento
    Ainda pouco utilizada no mundo, a energia eólica é a energia gerada a partir do vento. Há muitos anos o homem já utiliza essa energia para movimentar as suas embarcações; e também nos moinhos de vento, utilizados para moer grãos.
    Para que a energia eólica seja produzida, é necessário que os aerogeradores (grandes turbinas em forma de cata-vento) sejam instalados em locais abertos e com grande quantidade de vento. À medida que as hélices se movimentam, produzem energia captada por um gerador, gerando a eletricidade.
    Moinho de vento
    Moinho de vento
    Energia Maremotriz
    A energia maremotriz é obtida através dos movimentos das ondas do mar
    A energia maremotriz é obtida através dos movimentos das ondas do mar
    A energia maremotriz é conseguida através dos movimentos das ondas do mar e das marés, em razão da força da gravidade que existe entre a Lua, a Terra e o Sol, o que provoca as marés. Para que se consiga captar essa energia, é necessário que se faça uma barragem formando um reservatório perto do mar. Quando a maré se enche, tornando-se alta, a água do mar enche as turbinas gerando a energia, de forma semelhante à energia hidráulica. O custo da implantação de uma usina assim é muito caro, mas acredita-se que esse tipo de energia será muito utilizado no futuro.
    Energia geotérmica
     Usina geotérmica utiliza a energia que vem de dentro da terra
    Usina geotérmica utiliza a energia que vem de dentro da terra
    Também chamada de energia geotermal, a energia geotérmica é gerada a partir da energia que vem do interior da terra, pois lá o calor pode chegar a até 50000C, produzindo água muito quente e muito vapor. Na usina geotérmica, a água e os vapores são utilizados para acionar as turbinas, sendo assim transformado em eletricidade.
    Energia da biomassa
    A energia de biomassa é gerada por materiais orgânicos como restos de comida, madeira, esterco, etc
    A energia de biomassa é gerada por materiais orgânicos como restos de comida, madeira, esterco, etc
    Para entender como funciona essa energia, primeiro é preciso saber o que é biomassa. Chamamos de biomassa todo material de origem orgânica. Quando esses materiais (como esterco, madeira, restos de comida, etc.) entram em decomposição, produzem um gás chamado de metano e é esse gás o responsável pela produção da energia da biomassa. Esse tipo de produção de energia, além de ser renovável e não poluente, ainda pode contribuir para a diminuição do efeito estufa e do aquecimento global. Algumas usinas que produzem o combustível álcool produzem esse tipo de energia a partir do bagaço da cana-de-açúcar.

    Por Paula Louredo
    Graduada em Biologia

    terça-feira, 6 de novembro de 2012

    Condutores e Isolantes Térmicos

    O que determina se um material será bom ou mau condutor térmico são as ligações em sua estrutura atômica ou molecular. Assim, os metais são excelentes condutores de calor devido ao fato de possuírem os elétrons mais externos "fracamente" ligados, tornando-se livres para transportar energia por meio de colisões através do metal. Por outro lado temos que materiais como lã, madeira, vidro, papel e isopor são maus condutores de calor (isolantes térmicos), pois, os elétrons mais externos de seus átomos estão firmemente ligados.

    Os líquidos e gases, em geral, são maus condutores de calor. O ar, por exemplo, é um ótimo isolante térmico. Por este motivo quando você põe sua mão em um forno quente, não se queima. Entretanto, ao tocar numa forma de metal dentro dele você se queimaria, pois, a forma metálica conduz o calor rapidamente.

    A neve é outro exemplo de um bom isolante térmico. Isto acontece porque os flocos de neve são formados por cristais, que se acumulam formando camadas fofas aprisionando o ar e dessa forma dificultando a transmissão do calor da superfície da Terra para a atmosfera.

    Abaixo apresentamos alguns valores de condutibilidade térmica de alguns materiais:
    Materialcobrealumínioáguageloar(seco)
    Condutibilidade (J/s.m.K)4282356,32,30,026

    Bons condutores: METAIS (COBRE E FERRO)
    Isolantes térmicos (maus condutores): MADEIRA, PLÁSTICO, BORRACHA, PAPELÃO, VIDRO ISOPOR, AR E ÁGUA.






    Forro feito de embalagem longa vida: uma solução tecnológica para reduzir o lixo

     Acesse o link:
    http://www.youtube.com/watch?v=i-dzn5ysqCA&feature=endscreen&NR=1

    http://www.youtube.com/watch?v=l5oFRH4dbpc&feature=related

    PROJETO FORRO VIDA LONGA
    http://www.geocities.ws/carol_fer_ram/artigos/manta.pdf



    terça-feira, 23 de outubro de 2012

    ILHAS DE CALOR / INVERSÃO TÉRMICA

    As “ilhas de calor” são uma anomalia do clima que ocorrem quando a temperatura em determinadas regiões dos centros urbanos fica muito maior do que a temperatura nas regiões periféricas. Em São Paulo, por exemplo, já chegou a ser registrada uma diferença de 10º Celsius entre uma temperatura medida no centro e na periferia da cidade, enquanto que a média mundial é de 9ºC.
    Essa anomalia climática ocorre devido à junção de diversos fatores como a poluição atmosférica (principalmente), alta densidade demográfica, pavimentação e diminuição da área verde, construção de prédios barrando a passagem do vento, grande quantidade de veículos e outros fatores que contribuem para o aumento da retenção de calor na superfície.
    Em um local menos urbanizado, com mais áreas verdes e menos prédios, a radiação solar seria absorvida normalmente pela vegetação e pelo solo, e dissipada através dos ventos. A vegetação devolveria essa radiação através da evapotranspiração enquanto que a ausência de poluentes permitiria que parte da radiação refletisse na superfície e fosse enviada para as camadas mais altas da atmosfera, diminuindo a quantidade de calor.


    O problema é que, a substituição da vegetação pelo asfalto e concreto faz com que a radiação solar seja absorvida por estes materiais e convertida em ondas de calor que ficarão armazenadas, em grande parte durante o dia, escapando à noite (o asfalto pode chegar a 46ºC em um dia de verão enquanto que a grama não ultrapassa os 32ºC). A construção de prédios cria uma barreira para os ventos não deixando que o calor seja dissipado.
    A presença de material particulado no ar, proveniente das chaminés de indústrias e escapamentos dos carros cria uma camada que barra a reflexão natural da maior parte dos raios solares.

    Inversão Térmica

    Em qualquer dia do ano, principalmente no inverno, ocorre a inversão térmica. O ar frio, por ser mais denso, fica mais próximo da superfície, retendo os poluentes, por esse motivo a inversão térmica ocorre nos grandes centros urbanos onde a poluição é maior. O ar quente, por ser menos denso, fica em uma camada acima do ar frio, impedindo que esses poluentes sejam dispersos.

    Desta forma, essa retenção de poluentes nas camadas mais próximas da superfície forma uma grande camada cinzenta que pode ser observada a olho nu. A inversão térmica pode prejudicar grandemente a saúde das pessoas, provocando doenças respiratórias e uma anormal sensação de cansaço.

    As inversões térmicas normalmente desaparecem ao longo do dia, contudo com certas condições meteorológicas, como uma alta pressão sobre a área, esses fenômenos podem se estender por muitos dias.

    A solução para o problema se baseia na adoção de medidas que controlem a poluição nos grandes centros urbanos. Além disso, o uso de combustíveis e fontes de energia mais limpas ajudam a diminuir o fenômeno.




    quarta-feira, 17 de outubro de 2012

    O aquecimento global



  • O aquecimento global

  • O aquecimento global
    O aquecimento global
    Envolvendo o planeta Terra, há uma camada de gases que chamamos de atmosfera. Os raios solares a atravessam, aquecendo a superfície terrestre que, quando aquecida, libera calor. Uma parte desse calor é absorvida pela atmosfera e a outra parte se perde no espaço. Quando a atmosfera absorve esse calor, ela não deixa que a Terra esfrie muito e mantém a superfície terrestre aquecida possibilitando a vida na Terra. Se não ocorresse isso, a Terra seria muito fria, em torno de -270C, e seria impossível viver aqui. Isso é o que chamamos de efeito estufa, um processo natural.
    O efeito estufa é um fenômeno natural
    O efeito estufa é um fenômeno natural
    As queimadas em matas e florestas, as indústrias, fábricas e motores a gasolina e diesel emitem vários gases, dentre eles o CO2 (dióxido de carbono). Esses gases chegam à atmosfera e formam uma camada impedindo que grande parte do calor que está dentro da Terra saia. O que ocorre é um aumento na temperatura da superfície terrestre, o chamado aquecimento global.
    O CO2 forma uma barreira que impede que o calor saia da Terra
    O CO2 forma uma barreira que impede que o calor saia da Terra
    Como consequência desse aumento na temperatura no interior da Terra, podemos ver o derretimento das calotas polares, provocando um aumento no nível dos oceanos; a diminuição da umidade do ar podendo provocar desertificação em algumas regiões; o aumento de furacões, tufões e tornados e intensas ondas de calor.
    Consequências do efeito estufa
    Consequências do efeito estufa
    Para que o efeito estufa não se torne um problema é necessário que a sociedade diminua a poluição do ar, mas como podemos fazer isso?
    • Plantando mais árvores;
    • Evitando queimadas;
    • Reciclando o lixo;
    • Usando a energia solar e a energia eólica (vento) para produzir energia elétrica;
    • Usando mais transportes públicos;
    • Colocando filtros nas indústrias e fábricas;
    • Diminuindo a emissão de CO2 realizada pelos meios de transporte;
    • Conscientizando a população mundial sobre o aquecimento global.

    segunda-feira, 17 de setembro de 2012

    ROUPAS/DESERTO - ISOLANTE TÉRMICO

    Isolante térmico


    Desde tempos imemoriais, os nômades do deserto, sejam azenegues, tubus ou tuaregues, usam trajes amplos e escuros de lã de camelo. Essa atitude pode parecer estranha no Brasil, onde a lã é usada para proteger do frio. Porém essas roupas protegem os tuaregues do Sol e do calor. Isso porque a lã é um bom isolante térmico - mantém a temperatura interna do corpo e impede que o calor (ou o frio) de fora chegue ao interior.
    A diferença entre seu uso no deserto e em países tropicais, como o Brasil, é que aqui usamos roupas apertadas, atreladas ao corpo, enquanto lá as roupas são extremamente largas com espaços suficientes para criar o isolamento térmico.
    Os homens tuaregues ainda usam turbantes azuis (representando sinal de maioridade), que esconde a face, mas também a protege dos violentos ventos do deserto.
    Fonte: Alberto da Costa e Silva, diplomata e historiador

    06/01/2009
    às 7:17 \ Arquivo

    As roupas e a proteção solar

    Os tuaregues são um povo nômade do deserto do Saara, onde o sol não é lá dos mais bonzinhos. Eles se cobrem com um véu azul característico, o tagelmust, com o qual acreditam se defender dos maus espíritos, além de se proteger contra a violência do sol e das rajadas de areia durante suas viagens em caravanas. Usam a roupa como um turbante, cobrindo todo o rosto, exceto os olhos.
    Se você não é um tuaregue, provavelmente não conta com a opção do tagelmust para se proteger do sol neste verão. Mas o fato é que, além do filtro, as roupas também são uma grande arma para se defender dos raios ultravioleta. Nesta coluna, a discussão é sobre o grau de proteção solar dado por diferentes tipos de tecidos, e sobre roupas especialmente incrementadas que aumentam a proteção solar.
    Antes de mais nada, uma explicação: para medir a proteção de uma roupa, é usado o FPU, ou Fator de Proteção Ultravioleta. Ele mede a porcentagem dos raios ultravioleta A e B que ultrapassam o tecido. Por exemplo: o FPU 5 significa que um em cada cinco raios ultrapassa o tecido e chega na nossa pele; o FPU 50, que um em cada 50 raios atinge a pele.
    Uma boa proteção começa com FPU 15. Ela é muito boa a partir de FPU 25 e excelente a partir de FPU 40. As roupas vendidas em lojas especializadas para proteção solar costumam ter FPU 50.
    As roupas e seus FPUs
    Se você é mãe ou pai, posso apostar que já deixou seu filho na praia usando uma camiseta branca de algodão, e que se sentiu seguro com a proteção solar que esse tipo de roupa oferece. Se você pratica esportes ao ar livre, provavelmente já confiou na mesma roupa. Afinal, algodão deixa a pele respirar, e a cor clarinha é a ideal em dias muito quentes porque não esquenta. Mas será que a proteção solar desse tecido é bom mesmo? Vamos ver.
    O FPU depende de algumas variáveis:
    1. Tipo de fio. Os tecidos que naturalmente protegem mais contra a radiação ultravioleta são os mais pesados, como o algodão, o linho, a sarja. No entanto, existem tecidos sintéticos leves, como o poliéster, que também protegem bem.
    2. Densidade da trama. Quanto mais densa a trama, maior a proteção. É possível avaliar se um tecido filtra bem os raios ao observá-lo contra a luz. Se passar pouca luz, o FPU deve ser bom. Caso contrário, mau sinal.

    3. Cor.
    Quanto mais escuro o tecido, maior o FPU. O pigmento ajuda a absorver os raios ultravioleta, e por isso a cor escura pode aumentar o FPU do tecido em até 5 vezes. Ponto negativo para a confortável camiseta branca de algodão. Outro detalhe: como o branco reflete a luz, a camiseta branca de algodão acaba refletindo a radiação solar em direção ao rosto de quem usa. Mas apesar do FPU de tecidos claros ser menor que o de tecidos escuros, roupas claras são as mais indicadas para serem usadas sob o sol, pois esquentam menos, são mais confortáveis e ajudam a proteger contra a insolação.
    4. Umidade. Se molhar, a camiseta estica e as tramas se abrem. Com isso, o FPU cai.
    5. Roupa folgada ou apertada. Se a roupa for mais folgada, o FPU aumenta. Se o tecido for esticado, como no caso de uma roupa apertada, a trama perde a densidade e o FPU cai.
    Em vista desses fatores, conclui-se que em geral um tecido claro, leve e com trama solta não tem FPU ideal. Sinto informar, mas a camiseta branca de algodão tem FPU baixo, em torno de 6. Molhada, ela perde metade do seu fator de proteção. Conclusão: pais, continuem a vestir seus filhos com roupas de algodão branco, mas não confiem completamente na proteção que o tecido oferece. O ideal é usar junto um filtro solar.
    Poliéster protege mais que algodão: se for branco, o FPU é 16. Se for vermelho, 29. Preto, 34. Roupas desse material são encontradas em lojas esportivas, pois são levinhas e absorvem o suor.
    As roupas especiais
    Existem roupas especiais, feitas com tecido de altíssimo FPU. Essa tecnologia surgiu há mais de uma década, na Austrália, onde a preocupação com a exposição ao sol é extrema, já que a incidência de melanoma é muito alta no país. Há lojas brasileiras especializadas que oferecem roupas com essa tecnologia. Elas utilizam tecidos nacionais para a confecção, e os enviam para a Austrália para realizar testes de eficiência de FPU.
    Nessas roupas tecnológicas, o tecido usado é a poliamida. Na hora de confeccionar a fibra usa-se um protetor solar: o dióxido de titânio. Ele se incorpora à fibra e é o responsável pela proteção solar do tecido. Por isso, o FPU é excelente independente da cor do tecido, e isso não se perde nas lavagens. Enquanto a roupa não for danificada, o FPU se mantém. Além de camisetas, encontramos várias outras roupas com essa tecnologia: bonés, viseiras, maiôs, luvas e sombrinhas.
    Não estamos no deserto do Saara, mas por aqui o sol também é cruel. Portanto, não se esqueça de se proteger muito bem neste verão.
    Por Lucia Mandel

    sexta-feira, 31 de agosto de 2012

    VIVENDO DE MODO SUSTENTÁVEL - TELHAS E MANTAS

    Muitas são as novidades no mercado visando viver de modo sustentável.

    Não fique para trás, se informe!!!!

    Embalagem Tetra Pak

    • Composta por seis camadas de proteção, de fora para dentro: uma camada de polietileno para proteger a embalagem contra a umidade externa; uma camada de papel que confere estrutura e resistência à embalagem; uma camada de polietileno para aderência entre as camadas internas; uma camada de alumínio para evitar a passagem de oxigênio, luz e microrganismos; e, por fim, duas camadas de polietileno que evitem todo e qualquer contato do leite com os materiais internos da embalagem.

    • Trata-se de um novo tipo de cobertura para construção civil feita de papel, alumínio e plástico reciclados, tem como matéria-prima caixas de leite longa-vida (Tetrapak). Fabricadas por meio de um processo que usa pressão e calor, a telha ecológica tem o mesmo formato das de amianto.

    • Inconveniente - " Escama " e solta farpas de plástico. Não aceita pintura (branco).

    Telha Tubo


    • Tem como matéria-prima tubos de creme dental provenientes de resíduos de produção desse produto, composto de 75% de plático e 25% de alumínio. Por esta razão recebem a alcunha de telha-tubo.
    • O resíduo usado na sua fabricação são aparas de corte ou tubos de creme dental que não passaram pelo controle de qualidade. Para fabricar uma telha com dimensões de (2,00x0,60)m são necessárias, em média, 700 unidades de tubo de creme dental.

     

    Comportamento Térmico

    • A telha tetrapak é muito semelhante á composição da telha-tubo, submetida a ensaio específico, apresentou temparatura superficial de 47ºC, enquanto que a telha cerâmica apresentou o resultado de 41ºC. Já a temperatura no interior foi de 22ºC e 23,5ºC, respectivamente, para as duas telhas.
    • A telha feita com embalagem tetrapak reciclada (polietileno, alumínio e celulose), por ter alumínio em sua composição, atua na reflexão solar, deixando o ambiente com a eficiência térmica quando comparada a telha de fibrocimento.
    • A telha-tubo tem sua composição semelhante a da telha tetrapak.


    Manta Térmica

    • A subcobertura é uma manta que se instala por baixo da cobertura, funcionando como uma barreira na transmissão do calor.

    • Por ter uma face aluminizada, a caixa de leite mostrou-se perfeita para exercer a função da manta, com a vantagem de ser uma solução ecológica. Com a manta, a casa fica mais confortável porque funciona como isolante térmico, refletindo o calor para cima.

    Composição

    • Composição das caixinhas - formadas por 5% de alumínio, 20% de plástico e 75% de papelão. O alumínio reflete mais de 95% do calor, ajudando a diminuir a temperatura interna dos ambientes.

    • Cada metro quadrado de manta consome 20 caixinhas em até 8ºC.

    Colocação

    • Para o perfeito funcionamento do isolamento térmico, é muito importante que  a manta não encoste nas telhas, deixando um espaço mínimo de dois centímetros para a circulação do ar.

    •A face de alumínio deve ficar para baixo, em direção ao ambiente. O professor Celso Arruda da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp diz que a manta de Tetra Pak bem aplicada tem o mesmo desempenho das placas de alumínio (foils) vendidos no mercado.
      

    Telhados verdes resfriam a cidade

    • Nas edificações horizontais ou mesmo nas verticais, o isolamento térmico proporcionado pela cobertura verde gera economia de energia, sendo capaz de reduzir em até 10°C a temperatura interna do ambiente.

    • O climatologista Stuart Gaffin, afirma que telhados verdes podem mitigar os efeitos das mudanças climáticas nas ilhas de calor urbanos. O resfriamento da superfície das cidades chega a casa dos 16.4 graus Celsius por área.


     

     

    Telhado Branco

    • Coberturas escuras absorvem 80% do calor externo, as claras refletem até 90% da luz solar
    • A maioria dos tetos planos são escuros e refletem só até 20% da luz solar. Pintados de branco ou outra cor clara, com reflexão de 0,60 ou mais, os
    efeitos da incidência solar diminuiriam.
    A pintura do telhado na cor branca, incentivada pela campanha Green Building Council Brasil, visa melhorar o desempenho térmico da edificação, ao proporcionar a reduçãoda temperatura do telhado, devido à menor absorção externa da irradiação solar pelo teto.

    • Essa campanha foi norteada por estudos anteriores, pela Universidade da Califórnia no laboratório no qual foi verificado reduções significativas na temperatura das habitações ao pintar o teto de branco.
    • A menor absorção da irradiação solar no telhado cerâmico pintado de branco, em relação ao vermelho, proporciona temperaturas mais baixas no telhado, com menor irradiação de calor (ondas longas) para o interior das zonas, e menor dissipação de calor por convecção para o ar externo.

    • Inconveniente - é necessária manutenção da pintura periodicamente


    •.




     

    VIVENDO DE MODO SUSTENTÁVEL - MÉTODO SODIS

    SODIS em resumo
    A Desinfecção Solar da Água (SODIS) é muito simples, ecologicamente sustentável, uma solução de baixo custo
    para se beber água tratada a nível doméstico. O SODIS usa energia solar para a destruição de microorganismos
    patogênicos - organismos causadores da contaminação da água com doenças, com isto melhorando a qualidade da água de beber.
    Os microorganismos patogênicos são vulneráveis a dois efeitos da luz solar: radiação no espectro da luz UV-A (comprimento de onda 320-400nm) e calor (aumento de temperatura da água).
    Há uma combinação destes dois efeitos, tornando o efeito em conjunto muito maior que a soma dos efeitos em separado. Isto significa que a mortalidade dos microorganismos aumenta quando eles são expostos
    simultaneamente a um aumento de temperatura e a luz UV-A.
    SODIS é ideal para desinfectar quantidades pequenas de água de baixa turvação. A água contaminada é colocada
    em garrafas de plástico transparente e exposta à plena luz solar durante seis horas. No período de exposição solar os
    microorganismos causadores de doenças são destruídos.

    Havendo nebulosidade durante pelo menos 50% do período, as garrafas de plástico precisam
    ser expostas durante por 2 dias sucessivos para produzirem água segura para consumo.
    Porém, se as temperaturas da água excederem 50°C, uma hora de exposição é
    suficiente para obter água boa para consumo. A eficiência do tratamento pode ser melhorada
    se as garrafas de plástico estiverem acomodadas em superfícies refletoras da luz solar como alumínio ou placas
    de ferro onduladas.