sexta-feira, 31 de agosto de 2012

TROCANDO IDÉIAS

Próximas visitas (8º ano - AGENDE-SE)

 Escolhemos o tema O FUTURO QUE QUEREMOS - SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE para trabalhar como projeto nas turmas 01 e 17 do 8º ano. O projeto já está em andamento. Os alunos já realizaram uma visita orientada ao Parque das Águas e ao Museu de História Natural e jardim Botânico.

Buscando aproximar nossos  alunos da realidade que envolve a temática de forma lúdica e prazerosa realizaremos no dia 06 de setembro (quinta-feira) uma visita orientada pelos professores Raquel (Ciências) e Júlio (Geografia),  na próxima quinta-feira ao Zoológico de Belo Horizonte.


O Zoológico de Belo Horizonte já existe há mais de 50 anos, onde hoje é considerada uma das maiores áreas verdes públicas da capital mineira.
Os alunos do 9º ano (SALAS 18, 19 e 20)   e os do 8º ano (sala 17), fizeram uma visita ao Parque das Águas, com os professores Júlio (Geografia) e Raquel (Ciências). A visita ao Parque teve como objetivos aprofundar os conhecimentos trabalhados em sala, mas também possibilitar momentos de socialização entre os próprios estudantes. Ambos os objetivos foram cumpridos de forma muito alegre e prazerosa! Agradecemos aos estudantes o dia agradável que passamos juntos, pela parceria e companhia nessa atividade tão bacana!
Confira nas próximas postagens alguns assuntos tratados durante a visita.




Curiosidades durante a Visita - PARQUE DAS ÁGUAS

Pau -Brasil
Nome Científico: Caesalpinia echinata
Família: Leguminosae-caesalpinoideae
Nomes Populares: ibirapitanga, orabutã, brasileto, ibirapiranga, ibirapita, ibirapitã, muirapiranga, pau-rosado e pau-de-pernambuco.
Origem: Mata Atlântica


Em estudo realizado pelo naturalista francês Jean BaptisteLamarck
, a árvore do Pau-Brasil foi apresentada como tendo espinhos em seu tronco e galhos duros e pontiagudos destacando-se naturalmente no tronco. Sua casca é pardo-acinzentada ou pardo-rosada em suas partes salientes, seu miolo é vermelho, chegando a atingir até 40 metros de altura. As flores possuem pétalas amarelo-ouro, sendo uma delas denominada vexílio, por possuir matiz vermelho-púrpura e suas flores serem muito ornamentais. Seu fruto – a vagem – libera sementes, as quais possuem o formato de elipses, medindo de 1 a 1,5 cm de diâmetro.Várias eram as suas utilidades – os índios o usavam na produção de seus arcos e flechas e na pintura de enfeites, antes mesmo dos portugueses aqui chegarem. Porém a famosa brasileína – essência corante extraída da madeira, utilizada no tingimento de tecidos e na produção de tintas para desenho e pintura – era o que poderia render lucros e dividendos à Coroa. Portugal, que antes adquiria esta substância por intermédio dos mercadores que vinham do Oriente, visualizando um futuro promissor pela frente, tornou a exploração do Pau-Brasil posse exclusiva da Coroa.

Curiosidades
- Sua floração ocorre do final do mês de setembro até meados de outubro. Entre os meses de novembro e janeiro ocorre a maturação dos frutos.

- O pau-brasil era considerado extinto, quando em 1928 verificou-se a existência de uma árvore de pau-brasil em um lugar denominado Engenho São Bento, hoje Estação Ecológica da Tapacurá, pertencente à Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRP).

Atualmente, a espécie está tão ameaçada quanto diversas outras que povoam a Mata Atlântica, que apesar de ser um dos ecossistemas de maior diversidade é também um dos mais ameaçados do planeta. Para que a árvore do pau-brasil, tão importante para a nossa história, não se torne desconhecida, o Jardim Botânico de São Paulo implantou, em 1979, um “bosque de pau-brasil”, na intenção de preservá-lo para que mais brasileiros conheçam esta espécie.


GALHAS - TUMORES VEGETAIS
Os tumores em vegetais, também chamados de galhas, podem assumir formatos variados e afetar diferentes tecidos das plantas. A foto da esquerda mostra uma galhana raiz de uma planta; a da direita, em uma folha da espécie Andricus quercuscalicis
Os tecidos tumorais em plantas, conhecidos como galhas, são causados pela ação de diversos organismos como bactérias, fungos, nematóides, insetos e ácaros. Esses parasitas penetram nos vegetais, sobrepujam suas defesas meânicas e químicas e liberam compostos que estimulam células-tronco totipotentes localizadas nas regiões de crescimento das plantas – os meristemas – a proliferar e se diferenciar.

Sinais químicos produzidos pelos galhadores fazem com que nutrientes sejam drenados das outras partes das plantas para que sejam utilizados para sua alimentação. Há evidências de que os galhadores podem também aumentar a fotossíntese nos meristemas para ter mais alimento disponível.

São conhecidas mais de 13.000 espécies de insetos que induzem a formação de galhas. Através da liberação de compostos químicos produzidos por esses organismos durante a deposição de seus ovos ou pelas larvas em desenvolvimento, as plantas afetadas são induzidas a gerar tecidos não encontrados nos indivíduos não galhados (neoplasia), incluindo estruturas complexas formadas por pêlos, espinhos e por células produtoras de néctar e resina.

           
 


Liquens

Os liquens são associações simbióticas de mutualismo entre fungos e algas. Os fungos que formam liquens são, em sua grande maioria, ascomicetos (98%), sendo o restante, basidiomicetos. As algas envolvidas nesta associação são as clorofíceas e cianobactérias.
Os fungos desta associação recebem o nome de micobionte e a alga, fotobionte, pois é o organismo fotossintetizante da associação.
A natureza dupla do liquen é facilmente demonstrada através do cultivo separado de seus componentes. Na associação, os fungos tomam formas diferentes daquelas que tinha quando isolados, grande parte do 
        

Os liquens são extremamente sensíveis à poluição, podendo indicar a qualidade do ar .

VIVENDO DE MODO SUSTENTÁVEL - TELHAS E MANTAS

Muitas são as novidades no mercado visando viver de modo sustentável.

Não fique para trás, se informe!!!!

Embalagem Tetra Pak

• Composta por seis camadas de proteção, de fora para dentro: uma camada de polietileno para proteger a embalagem contra a umidade externa; uma camada de papel que confere estrutura e resistência à embalagem; uma camada de polietileno para aderência entre as camadas internas; uma camada de alumínio para evitar a passagem de oxigênio, luz e microrganismos; e, por fim, duas camadas de polietileno que evitem todo e qualquer contato do leite com os materiais internos da embalagem.

• Trata-se de um novo tipo de cobertura para construção civil feita de papel, alumínio e plástico reciclados, tem como matéria-prima caixas de leite longa-vida (Tetrapak). Fabricadas por meio de um processo que usa pressão e calor, a telha ecológica tem o mesmo formato das de amianto.

• Inconveniente - " Escama " e solta farpas de plástico. Não aceita pintura (branco).

Telha Tubo


• Tem como matéria-prima tubos de creme dental provenientes de resíduos de produção desse produto, composto de 75% de plático e 25% de alumínio. Por esta razão recebem a alcunha de telha-tubo.
• O resíduo usado na sua fabricação são aparas de corte ou tubos de creme dental que não passaram pelo controle de qualidade. Para fabricar uma telha com dimensões de (2,00x0,60)m são necessárias, em média, 700 unidades de tubo de creme dental.

 

Comportamento Térmico

• A telha tetrapak é muito semelhante á composição da telha-tubo, submetida a ensaio específico, apresentou temparatura superficial de 47ºC, enquanto que a telha cerâmica apresentou o resultado de 41ºC. Já a temperatura no interior foi de 22ºC e 23,5ºC, respectivamente, para as duas telhas.
• A telha feita com embalagem tetrapak reciclada (polietileno, alumínio e celulose), por ter alumínio em sua composição, atua na reflexão solar, deixando o ambiente com a eficiência térmica quando comparada a telha de fibrocimento.
• A telha-tubo tem sua composição semelhante a da telha tetrapak.


Manta Térmica

• A subcobertura é uma manta que se instala por baixo da cobertura, funcionando como uma barreira na transmissão do calor.

• Por ter uma face aluminizada, a caixa de leite mostrou-se perfeita para exercer a função da manta, com a vantagem de ser uma solução ecológica. Com a manta, a casa fica mais confortável porque funciona como isolante térmico, refletindo o calor para cima.

Composição

• Composição das caixinhas - formadas por 5% de alumínio, 20% de plástico e 75% de papelão. O alumínio reflete mais de 95% do calor, ajudando a diminuir a temperatura interna dos ambientes.

• Cada metro quadrado de manta consome 20 caixinhas em até 8ºC.

Colocação

• Para o perfeito funcionamento do isolamento térmico, é muito importante que  a manta não encoste nas telhas, deixando um espaço mínimo de dois centímetros para a circulação do ar.

•A face de alumínio deve ficar para baixo, em direção ao ambiente. O professor Celso Arruda da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp diz que a manta de Tetra Pak bem aplicada tem o mesmo desempenho das placas de alumínio (foils) vendidos no mercado.
  

Telhados verdes resfriam a cidade

• Nas edificações horizontais ou mesmo nas verticais, o isolamento térmico proporcionado pela cobertura verde gera economia de energia, sendo capaz de reduzir em até 10°C a temperatura interna do ambiente.

• O climatologista Stuart Gaffin, afirma que telhados verdes podem mitigar os efeitos das mudanças climáticas nas ilhas de calor urbanos. O resfriamento da superfície das cidades chega a casa dos 16.4 graus Celsius por área.


 

 

Telhado Branco

• Coberturas escuras absorvem 80% do calor externo, as claras refletem até 90% da luz solar
• A maioria dos tetos planos são escuros e refletem só até 20% da luz solar. Pintados de branco ou outra cor clara, com reflexão de 0,60 ou mais, os
efeitos da incidência solar diminuiriam.
A pintura do telhado na cor branca, incentivada pela campanha Green Building Council Brasil, visa melhorar o desempenho térmico da edificação, ao proporcionar a reduçãoda temperatura do telhado, devido à menor absorção externa da irradiação solar pelo teto.

• Essa campanha foi norteada por estudos anteriores, pela Universidade da Califórnia no laboratório no qual foi verificado reduções significativas na temperatura das habitações ao pintar o teto de branco.
• A menor absorção da irradiação solar no telhado cerâmico pintado de branco, em relação ao vermelho, proporciona temperaturas mais baixas no telhado, com menor irradiação de calor (ondas longas) para o interior das zonas, e menor dissipação de calor por convecção para o ar externo.

• Inconveniente - é necessária manutenção da pintura periodicamente


•.




 

VISITA AO MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E JARDIM BOTÂNICO

Hoje os alunos das salas 13 e 17 (8º ano) visitaram o Museu de História Natural e Jardim Botânico!

Parabéns aos alunos que se comportaram muito bem, aproveitaram a visita e aumentaram seu conhecimento!

Veja abaixo algumas fotos e comentários sobre o que viram durante a visita!

  O cupinzeiro é um aglomerado de terra e outros resíduos, edificado pelos cupins, constituindo o seu ninho. Os cupins são os grandes construtores do mundo dos insetos. Os enormes cupinzeiros da espécie africana Macrotermes podem medir 8 metros de altura e mesmo uma colônia média pode chegar a cerca de dois milhões de integrantes. As paredes dos cupinzeiros são feitas de partículas de solo retiradas pelos pequenos cupins operários e misturadas à saliva para formar uma substância dura semelhante ao tijolo, resistente a tudo, exceto a um predador persistente. O alicerce do ninho, no centro do monte consiste de um labirinto de passagens dando acesso a inúmeras camadas de vários tipos, cada uma com uma função especial: berçários onde as larvas eclodem e são nutridas; "jardins" especiais onde fungos são cultivados para alimentar a colônia; e uma câmara real, onde a rainha vive, colocando milhares de ovos para assegurar a continuidade da espécie. Ao mesmo tempo que fornece proteção contra intrusos, o monte é construído de maneira a proporcionar um "microclima" perfeitamente balanceado, essencial para a sobrevivência de seus habitantes. Temperatura, umidade e ventilação são precisamente regulados. O ar do interior do ninho, aquecido pela atividade metabólica dos cupins e fungos a uma temperatura constante de cerca de 30°C, sobe por convecção e depois desce por canais estreitos nas paredes do monte, perdendo calor para o exterior e trocando dióxido de carbono por oxigênio no processo. Por fim, o ar renovado e resfriado entra na área habitada por baixo, para ser novamente circulado.
Cupinzeiros também são conhecidos pelos nomes de aterroada, bagabaga, cupim, cupineiro, itacuru, itacurubá, itapecuim, itapicuim, morro de muchém, murundu, surujê, tacuri, tacuru, tapecuim, tapicuém, termiteiro, terroada, torroada e tucuri.




JEQUITIBÁ São árvores nativas da mata atlântica brasileira, existentes apenas na Região Sudeste do Brasil e em alguns estados vizinhos. Suas folhas apresentam tom avermelhado na primavera e suas flores são claras ou vermelhas. Em língua tupi, significa "gigante da floresta", o que é compreensível. Figuram na relação das maiores árvores do Brasil, tal como os jatobás, sapucaias e angelins. Na floresta, árvore adulta desta espécie é emergente, isto é, pode ser vista bem acima das demais. Registros atuais anotam jequitibás com sessenta metros de altura. Para se ter ideia do que significam sessenta metros, basta lembrar que esta é a altura de um prédio de vinte andares.
FRUTO DO JEQUITIBÁ


A palavra sapucaia tem origem tupi, ainda que existam diferenças nas propostas etimológicas: pode resultar da união dos elementos sa, puca e ia (respectivamente: olho - que se abre - cabaça) - já que ao abrir-se o opérculo do fruto (que é um pixídio) parece que se vê um olho. Significando, literalmente, "fruto que faz saltar o olho" (ïasapuka'i)[1].
Por outro lado, há quem considere que a palavra tem origem na palavra tupi para galinha, gûyrasapukaîa (literalmente, "ave que grita"[2]). A galinha era um elemento de troca entre índios e portugueses, no início da colonização: as galinhas eram trocadas pelas sementes do fruto, as castanhas. Ou seja, as castanhas (e a árvore que as produzia) teriam passado a ser chamadas pelo nome de seu produto de troca: as galinhas (em tupi, gûyrasapukaîa ou, simplesmente, "sapucaia").

 Características
Pode atingir os cinquenta metros de altura e um metro de diâmetro, ainda que a maioria ronde os cinco a quinze metros de altura e os trinta centímetros de diâmetro.
O tronco tem fissuras profundas.


CUTIA

O gênero Dasyprocta recebe vários nomes populares: cutia, acuchi, acouti, aguti e acuti. São
mamíferos roedores de pequeno porte, medindo entre 49 e 64 centímetros. Sete espécies de cutias habitam o território brasileiro.

"Cutia", "acuchi", "acouti", "aguti" e "acuti" são originários do termo
tupi para o animal: aku'ti.

As cutias têm apenas vestígio de cauda, extremidades anteriores bem mais curtas que as posteriores, e pés compridos com cinco dedos, sendo três desenvolvidos, com unhas cortantes equivalentes a pequenos cascos e o quinto dedo muito reduzido. Herbívoras, as cutias se alimentam de sementes e frutos. Costumam fazer uma coleta cuidadosa na época de abundância para utilização em épocas de escassez. Sua coloração é variável entre as espécies.
A sua pelagem apresenta um efeito especial, aparentando ser dourada. Cada pelo possui zonas de várias cores, desde branco a castanho escuro. Este efeito de zonagem, comum em muitos outros animais tais como o lobo-cinzento, é causado por uma substância chamada eumelanina, que, durante o crescimento do pelo, é produzida de forma intermitente, dando origem a esse efeito. Por esta razão, é usada a designação "aguti" para se referir genericamente a este efeito na pelagem dos animais.


Dispersão biológica

Em biologia chama-se dispersão ao conjunto dos processos que possibilitam a fixação de indivíduos de uma espécie num local diferente daquele onde viviam os seus progenitores. Estes processos permitem que a espécie continue a aumentar a sua abundância sem estar dependente dos recursos existentes na sua área e determinam a biogeografia do mundo.
Entre os processos que asseguram a dispersão das espécies contam-se:
A dispersão de sementes pode ser feita através de 4 (quatro) mecanismos, são eles:
  • zoocoria (dispersão pelos animais)
  • anemocoria (dispersão pelo vento)
  • hidrocoria (dispersão pela água)
  • barocoria (dispersão pela gravidade)

Reflita.... e responda!
Você é capaz de exemplificar alguns dos mecanismos acima com o que pode observar e ouvir durante a visita????? 



Qual é a diferença entre tartaruga, jabuti e cágado?

São diferenças que se manifestam principalmente no hábitat - aquático ou terrestre - e em características morfológicas (relacionadas ao formato do corpo) presentes nos cascos, nas patas e nos pescoços. Algumas dessas diferenças são tão sutis que costumam causar confusões - há, inclusive, exemplos em que o nome popular não bate com a definição científica. "É o caso da tartaruga-do-amazonas, que, morfologicamente, trata-se de um cágado, mas é chamada de tartaruga", afirma o biólogo Flávio Molina, da Fundação Zoológico de São Paulo. "Na região Norte, aliás, o termo tartaruga é aplicado apenas para essa espécie, uma vez que cada uma das outras espécies locais tem seu próprio nome, como tracajá, pitiú e iaçá", diz Flávio. Nomes regionais à parte, jabutis, cágados e tartarugas pertencem à ordem dos quelônios, que surgiu no período Triássico, entre 230 e 195 milhões de anos atrás. Desde então, os animais dessa ordem não sofreram grandes mudanças e continuam tendo como principal característica a presença do casco. Existem cerca de 260 espécies de quelônios no planeta.

Tartaruga
Assim são chamados genericamente todos os quelônios não classificados como cágados ou jabutis. As tartarugas podem ser tanto marinhas como de água doce. Elas têm o casco mais alto que o dos cágados. Outra diferença importante é que as tartarugas não dobram o pescoço para o lado ao recolhê-lo para dentro do casco, como fazem os cágados

Jabuti
Água não é com ele. O jabuti é o único entre esses três tipos de quelônio que vive exclusivamente na terra. Ele também pode ser facilmente identificado pelo casco alto e pelas patas traseiras em formato cilíndrico, que lembram as de um elefante




Cágado
Distingue-se do jabuti por ser um quelônio de água doce e não terrestre. Já as diferenças em relação às tartarugas são sutis. Os cágados possuem casco mais achatado e têm o pescoço mais longo





SERRAPILHEIRA
Serrapilheira, manta morta ou serapilheira é a camada formada pela deposição e acúmulo de matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição que reveste superficialmente o solo ou o sedimento aquático. É a principal via de retorno de nutrientes ao solo ou sedimento.
Ela é composta por restos vegetais como
folhas, caules, ramos, frutos, flores, sementes, por restos de animais, excretas e material fecal.




 


PALMITO: para saber um pouco mais sobre o que estão falando sobre o palmito entre no LINK.



VIVENDO DE MODO SUSTENTÁVEL - MÉTODO SODIS

SODIS em resumo
A Desinfecção Solar da Água (SODIS) é muito simples, ecologicamente sustentável, uma solução de baixo custo
para se beber água tratada a nível doméstico. O SODIS usa energia solar para a destruição de microorganismos
patogênicos - organismos causadores da contaminação da água com doenças, com isto melhorando a qualidade da água de beber.
Os microorganismos patogênicos são vulneráveis a dois efeitos da luz solar: radiação no espectro da luz UV-A (comprimento de onda 320-400nm) e calor (aumento de temperatura da água).
Há uma combinação destes dois efeitos, tornando o efeito em conjunto muito maior que a soma dos efeitos em separado. Isto significa que a mortalidade dos microorganismos aumenta quando eles são expostos
simultaneamente a um aumento de temperatura e a luz UV-A.
SODIS é ideal para desinfectar quantidades pequenas de água de baixa turvação. A água contaminada é colocada
em garrafas de plástico transparente e exposta à plena luz solar durante seis horas. No período de exposição solar os
microorganismos causadores de doenças são destruídos.

Havendo nebulosidade durante pelo menos 50% do período, as garrafas de plástico precisam
ser expostas durante por 2 dias sucessivos para produzirem água segura para consumo.
Porém, se as temperaturas da água excederem 50°C, uma hora de exposição é
suficiente para obter água boa para consumo. A eficiência do tratamento pode ser melhorada
se as garrafas de plástico estiverem acomodadas em superfícies refletoras da luz solar como alumínio ou placas
de ferro onduladas.