As “ilhas de
calor” são uma anomalia do clima que ocorrem quando a
temperatura em determinadas regiões dos centros urbanos fica muito maior do
que a temperatura nas regiões periféricas.
Em São Paulo, por exemplo, já chegou a ser registrada uma diferença de 10º
Celsius entre uma temperatura medida no centro e na periferia da cidade,
enquanto que a média mundial é de 9ºC.
Essa anomalia climática ocorre devido à junção de diversos fatores como a poluição atmosférica (principalmente), alta densidade demográfica, pavimentação e diminuição da área verde, construção de prédios barrando a passagem do vento, grande quantidade de veículos e outros fatores que contribuem para o aumento da retenção de calor na superfície.
Em um local menos urbanizado, com mais áreas verdes e menos prédios, a radiação solar seria absorvida normalmente pela vegetação e pelo solo, e dissipada através dos ventos. A vegetação devolveria essa radiação através da evapotranspiração enquanto que a ausência de poluentes permitiria que parte da radiação refletisse na superfície e fosse enviada para as camadas mais altas da atmosfera, diminuindo a quantidade de calor.
O problema é que, a substituição da vegetação pelo asfalto e concreto faz com que a radiação solar seja absorvida por estes materiais e convertida em ondas de calor que ficarão armazenadas, em grande parte durante o dia, escapando à noite (o asfalto pode chegar a 46ºC em um dia de verão enquanto que a grama não ultrapassa os 32ºC). A construção de prédios cria uma barreira para os ventos não deixando que o calor seja dissipado.
A presença de material particulado no ar, proveniente das chaminés de indústrias e escapamentos dos carros cria uma camada que barra a reflexão natural da maior parte dos raios solares.

Desta forma, essa retenção de poluentes nas camadas mais próximas da superfície forma uma grande camada cinzenta que pode ser observada a olho nu. A inversão térmica pode prejudicar grandemente a saúde das pessoas, provocando doenças respiratórias e uma anormal sensação de cansaço.
As inversões térmicas normalmente desaparecem ao longo do dia, contudo com certas condições meteorológicas, como uma alta pressão sobre a área, esses fenômenos podem se estender por muitos dias.
A solução para o problema se baseia na adoção de medidas que controlem a poluição nos grandes centros urbanos. Além disso, o uso de combustíveis e fontes de energia mais limpas ajudam a diminuir o fenômeno.
Essa anomalia climática ocorre devido à junção de diversos fatores como a poluição atmosférica (principalmente), alta densidade demográfica, pavimentação e diminuição da área verde, construção de prédios barrando a passagem do vento, grande quantidade de veículos e outros fatores que contribuem para o aumento da retenção de calor na superfície.
Em um local menos urbanizado, com mais áreas verdes e menos prédios, a radiação solar seria absorvida normalmente pela vegetação e pelo solo, e dissipada através dos ventos. A vegetação devolveria essa radiação através da evapotranspiração enquanto que a ausência de poluentes permitiria que parte da radiação refletisse na superfície e fosse enviada para as camadas mais altas da atmosfera, diminuindo a quantidade de calor.
O problema é que, a substituição da vegetação pelo asfalto e concreto faz com que a radiação solar seja absorvida por estes materiais e convertida em ondas de calor que ficarão armazenadas, em grande parte durante o dia, escapando à noite (o asfalto pode chegar a 46ºC em um dia de verão enquanto que a grama não ultrapassa os 32ºC). A construção de prédios cria uma barreira para os ventos não deixando que o calor seja dissipado.
A presença de material particulado no ar, proveniente das chaminés de indústrias e escapamentos dos carros cria uma camada que barra a reflexão natural da maior parte dos raios solares.

Inversão Térmica
Em qualquer dia do ano, principalmente no inverno, ocorre a inversão térmica. O ar frio, por ser mais denso, fica mais próximo da superfície, retendo os poluentes, por esse motivo a inversão térmica ocorre nos grandes centros urbanos onde a poluição é maior. O ar quente, por ser menos denso, fica em uma camada acima do ar frio, impedindo que esses poluentes sejam dispersos.Desta forma, essa retenção de poluentes nas camadas mais próximas da superfície forma uma grande camada cinzenta que pode ser observada a olho nu. A inversão térmica pode prejudicar grandemente a saúde das pessoas, provocando doenças respiratórias e uma anormal sensação de cansaço.
As inversões térmicas normalmente desaparecem ao longo do dia, contudo com certas condições meteorológicas, como uma alta pressão sobre a área, esses fenômenos podem se estender por muitos dias.
A solução para o problema se baseia na adoção de medidas que controlem a poluição nos grandes centros urbanos. Além disso, o uso de combustíveis e fontes de energia mais limpas ajudam a diminuir o fenômeno.


Nenhum comentário:
Postar um comentário