sexta-feira, 31 de agosto de 2012

VISITA AO MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E JARDIM BOTÂNICO

Hoje os alunos das salas 13 e 17 (8º ano) visitaram o Museu de História Natural e Jardim Botânico!

Parabéns aos alunos que se comportaram muito bem, aproveitaram a visita e aumentaram seu conhecimento!

Veja abaixo algumas fotos e comentários sobre o que viram durante a visita!

  O cupinzeiro é um aglomerado de terra e outros resíduos, edificado pelos cupins, constituindo o seu ninho. Os cupins são os grandes construtores do mundo dos insetos. Os enormes cupinzeiros da espécie africana Macrotermes podem medir 8 metros de altura e mesmo uma colônia média pode chegar a cerca de dois milhões de integrantes. As paredes dos cupinzeiros são feitas de partículas de solo retiradas pelos pequenos cupins operários e misturadas à saliva para formar uma substância dura semelhante ao tijolo, resistente a tudo, exceto a um predador persistente. O alicerce do ninho, no centro do monte consiste de um labirinto de passagens dando acesso a inúmeras camadas de vários tipos, cada uma com uma função especial: berçários onde as larvas eclodem e são nutridas; "jardins" especiais onde fungos são cultivados para alimentar a colônia; e uma câmara real, onde a rainha vive, colocando milhares de ovos para assegurar a continuidade da espécie. Ao mesmo tempo que fornece proteção contra intrusos, o monte é construído de maneira a proporcionar um "microclima" perfeitamente balanceado, essencial para a sobrevivência de seus habitantes. Temperatura, umidade e ventilação são precisamente regulados. O ar do interior do ninho, aquecido pela atividade metabólica dos cupins e fungos a uma temperatura constante de cerca de 30°C, sobe por convecção e depois desce por canais estreitos nas paredes do monte, perdendo calor para o exterior e trocando dióxido de carbono por oxigênio no processo. Por fim, o ar renovado e resfriado entra na área habitada por baixo, para ser novamente circulado.
Cupinzeiros também são conhecidos pelos nomes de aterroada, bagabaga, cupim, cupineiro, itacuru, itacurubá, itapecuim, itapicuim, morro de muchém, murundu, surujê, tacuri, tacuru, tapecuim, tapicuém, termiteiro, terroada, torroada e tucuri.




JEQUITIBÁ São árvores nativas da mata atlântica brasileira, existentes apenas na Região Sudeste do Brasil e em alguns estados vizinhos. Suas folhas apresentam tom avermelhado na primavera e suas flores são claras ou vermelhas. Em língua tupi, significa "gigante da floresta", o que é compreensível. Figuram na relação das maiores árvores do Brasil, tal como os jatobás, sapucaias e angelins. Na floresta, árvore adulta desta espécie é emergente, isto é, pode ser vista bem acima das demais. Registros atuais anotam jequitibás com sessenta metros de altura. Para se ter ideia do que significam sessenta metros, basta lembrar que esta é a altura de um prédio de vinte andares.
FRUTO DO JEQUITIBÁ


A palavra sapucaia tem origem tupi, ainda que existam diferenças nas propostas etimológicas: pode resultar da união dos elementos sa, puca e ia (respectivamente: olho - que se abre - cabaça) - já que ao abrir-se o opérculo do fruto (que é um pixídio) parece que se vê um olho. Significando, literalmente, "fruto que faz saltar o olho" (ïasapuka'i)[1].
Por outro lado, há quem considere que a palavra tem origem na palavra tupi para galinha, gûyrasapukaîa (literalmente, "ave que grita"[2]). A galinha era um elemento de troca entre índios e portugueses, no início da colonização: as galinhas eram trocadas pelas sementes do fruto, as castanhas. Ou seja, as castanhas (e a árvore que as produzia) teriam passado a ser chamadas pelo nome de seu produto de troca: as galinhas (em tupi, gûyrasapukaîa ou, simplesmente, "sapucaia").

 Características
Pode atingir os cinquenta metros de altura e um metro de diâmetro, ainda que a maioria ronde os cinco a quinze metros de altura e os trinta centímetros de diâmetro.
O tronco tem fissuras profundas.


CUTIA

O gênero Dasyprocta recebe vários nomes populares: cutia, acuchi, acouti, aguti e acuti. São
mamíferos roedores de pequeno porte, medindo entre 49 e 64 centímetros. Sete espécies de cutias habitam o território brasileiro.

"Cutia", "acuchi", "acouti", "aguti" e "acuti" são originários do termo
tupi para o animal: aku'ti.

As cutias têm apenas vestígio de cauda, extremidades anteriores bem mais curtas que as posteriores, e pés compridos com cinco dedos, sendo três desenvolvidos, com unhas cortantes equivalentes a pequenos cascos e o quinto dedo muito reduzido. Herbívoras, as cutias se alimentam de sementes e frutos. Costumam fazer uma coleta cuidadosa na época de abundância para utilização em épocas de escassez. Sua coloração é variável entre as espécies.
A sua pelagem apresenta um efeito especial, aparentando ser dourada. Cada pelo possui zonas de várias cores, desde branco a castanho escuro. Este efeito de zonagem, comum em muitos outros animais tais como o lobo-cinzento, é causado por uma substância chamada eumelanina, que, durante o crescimento do pelo, é produzida de forma intermitente, dando origem a esse efeito. Por esta razão, é usada a designação "aguti" para se referir genericamente a este efeito na pelagem dos animais.


Dispersão biológica

Em biologia chama-se dispersão ao conjunto dos processos que possibilitam a fixação de indivíduos de uma espécie num local diferente daquele onde viviam os seus progenitores. Estes processos permitem que a espécie continue a aumentar a sua abundância sem estar dependente dos recursos existentes na sua área e determinam a biogeografia do mundo.
Entre os processos que asseguram a dispersão das espécies contam-se:
A dispersão de sementes pode ser feita através de 4 (quatro) mecanismos, são eles:
  • zoocoria (dispersão pelos animais)
  • anemocoria (dispersão pelo vento)
  • hidrocoria (dispersão pela água)
  • barocoria (dispersão pela gravidade)

Reflita.... e responda!
Você é capaz de exemplificar alguns dos mecanismos acima com o que pode observar e ouvir durante a visita????? 



Qual é a diferença entre tartaruga, jabuti e cágado?

São diferenças que se manifestam principalmente no hábitat - aquático ou terrestre - e em características morfológicas (relacionadas ao formato do corpo) presentes nos cascos, nas patas e nos pescoços. Algumas dessas diferenças são tão sutis que costumam causar confusões - há, inclusive, exemplos em que o nome popular não bate com a definição científica. "É o caso da tartaruga-do-amazonas, que, morfologicamente, trata-se de um cágado, mas é chamada de tartaruga", afirma o biólogo Flávio Molina, da Fundação Zoológico de São Paulo. "Na região Norte, aliás, o termo tartaruga é aplicado apenas para essa espécie, uma vez que cada uma das outras espécies locais tem seu próprio nome, como tracajá, pitiú e iaçá", diz Flávio. Nomes regionais à parte, jabutis, cágados e tartarugas pertencem à ordem dos quelônios, que surgiu no período Triássico, entre 230 e 195 milhões de anos atrás. Desde então, os animais dessa ordem não sofreram grandes mudanças e continuam tendo como principal característica a presença do casco. Existem cerca de 260 espécies de quelônios no planeta.

Tartaruga
Assim são chamados genericamente todos os quelônios não classificados como cágados ou jabutis. As tartarugas podem ser tanto marinhas como de água doce. Elas têm o casco mais alto que o dos cágados. Outra diferença importante é que as tartarugas não dobram o pescoço para o lado ao recolhê-lo para dentro do casco, como fazem os cágados

Jabuti
Água não é com ele. O jabuti é o único entre esses três tipos de quelônio que vive exclusivamente na terra. Ele também pode ser facilmente identificado pelo casco alto e pelas patas traseiras em formato cilíndrico, que lembram as de um elefante




Cágado
Distingue-se do jabuti por ser um quelônio de água doce e não terrestre. Já as diferenças em relação às tartarugas são sutis. Os cágados possuem casco mais achatado e têm o pescoço mais longo





SERRAPILHEIRA
Serrapilheira, manta morta ou serapilheira é a camada formada pela deposição e acúmulo de matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição que reveste superficialmente o solo ou o sedimento aquático. É a principal via de retorno de nutrientes ao solo ou sedimento.
Ela é composta por restos vegetais como
folhas, caules, ramos, frutos, flores, sementes, por restos de animais, excretas e material fecal.




 


PALMITO: para saber um pouco mais sobre o que estão falando sobre o palmito entre no LINK.



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